ESTRIBEIRO COM DOIS CAVALOS_T. LAUTREC 

[Mariza-cavaleiro monge-barra de vídeo]
*
Sou névoa de mim, claridade cifrada,
Silêncio que escuta, sem dizer nada.
E até o azar do mundo, que se intercala,
No cume de uma vertigem sagrada.
*
Sou núvem que clareia ao sol poente,
E rios de vida nos voos da madrugada,
E até vento que sopra em noite gelada.
*
Jogo-me todo em cada partida,
Como se o azar fosse uma ninfa florida,
E até os lábios de uma dança abismada,
*
Até que tudo nos elos do Mundo,
Deixe de ser um jogo sem destino,
E toque a ser um carrossel profundo,
Na inocência dos olhos de um menino!...
Véu de Maya


1 comments:
Tem certamente enlevo o ser e/ou o sentir-se assim...
Agradeço o teres deixado um comentário no meu blog.
Sou uma "novata" do exprimir o meu avesso (ou será o meu direito...).
Vou voltar.
Abraço
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