Se não gosta de poesia não precisa de entrar nesta página...Mas já que entrou-Quem sabe se não passa mesmo a gostar...Em todo o
caso,desfrute bem...E obrigado pelo carinho da Presença.
Véu de Maya
Olhos, sorriso e mãos-são naturalmente os toques da sedução. Esta sequência em quatro poemas dedicados a essas fontes do amor/paixão, está escrita dentro do vídeo e vai crescendo floreada pela Moonlight Sonata de Beethoven e imagens deliciosas e belas.
Enjoy this relax moment, because it`s so much graceful...Obrigado/Thanks.
Três poemas-vibrações-em torno da mística da noite e dos seus mistérios-estão escritos dentro do vídeo-onde podem ser lidos comodamente. Não se esqueça de abrir o vídeo em ecrâ inteiro-full screen.
Um interessante relax através da sintonia entre poesia, música e pintura...Enjoy the moment, because it`s graceful so much.
Este poema de amor-lírico-erótico- está escrito dentro do vídeo- por imagens delicadas e sensitivas, depois de recitado pelo poeta sob a sonoridade estrelar da Moonlight de Beethoven.. .Enjoy well the moment. amazing relax...obrigado/thanks
copyright ***** É a manhã e a alvorada Que arrancam o ser à inércia Até nascer nele uma nova morada; * A noite e as portas do labirinto Que rasgam clareiras ao caos Até brilhar nele o infinito; * O meio-dia e o zénite solar Que derramam energia sobre as taças Dos amantes da vida e do criar; * A meia-noite e os pressentimentos Que festejam a vida aos sons da guitarra Até tudo se afinar em explosão de sentimentos; * A chaga infeliz e os desmazelos Em que a vida a e a cultura se afundam Até o homem quebrar os medos; * A festa e a nascente primordial Onde tudo se canta na música da vida Como num barco ondulante em alto mar; * O instante e a luz do pensamento Onde o ser celebra sem arrependimento O nascer e o morrer do próprio tempo; * É expansão e Universo, verso e reverso, O ser escrito no perfume de um só verso... O símbolo da vida abundante Mesmo a perdida e a errante; * Os amantes do ser e do pensar Orgulhosos de ser um para o outro Toda a alegria da incerteza... No jogo do seu próprio caminhar!...
copyright ***** Quero beber na nascente Onde a liberdade seja sagrada E o amor seja uma prática corrente; * Quero conversar na colina Onde os véus sejam rasgados E a música uma estrela sibilina * Quero caminhar no presente Onde a aventura seja sagrada E o mundo naturalmente inocente; * Quero escutar o silêncio Onde tudo seja eco sagrado Mesmo que Deus fique calado; * Quero passear pelo caos Onde tudo esteja desguarnecido Mas o Universo subsista protegido; » Quero vencer todos os abismos Onde os sinos toquem festivos E a vertigem recupere os sentidos; * Quero habitar nessa estrelar mansão Onde tudo seja apenas verdade E os destinos houvessem de dar a mão... * Mas-ironicamente- tudo isto? Não passa duma fantástica ilusão!...
O poema está escrito no vídeo acompahado da sonoridade sublime de Albinoni-Adagio-e ilustrado com telas delicadas da pintura mundial...Amazing relax. Obrigado...thank you.
copyright ***** Neste espelho vital que entre versos entrelaço, Convoco as estrelas longínquas Para um abraço virginal. * Que é só com luz e paixão Que se vence a fraqueza e o cansaço E a vida no seu todo clama Por desafios e triunfos, mas colo e regaço. * Neste canto solitário, mas imenso e feliz, Onde subo às estrelas- Essas companheiras predilectas do céu- * São elas quem mo diz: és um poeta da vida, Desde os sonhos até à raiz, Tão genuíno que nenhum dos teus versos, Nisso, te deixaria sem matriz. * Mas, se sobes tão profundo, Deve também o poema descer Ao coração do Mundo: Dores, euforias, guerras e prantos. * E ao coração da Vida- Desertos e vazios, desafios e encantos. * Que a todos entrelaço, neste poema de estrelas, Que é de amor e riso a celebrar tanta vida Perdida e desprendida por cantos e recantos. * E fico assim-em suspenso- Neste barco solitário mas sublime, Onde as estrelas-essas predilectas ninfas do céu- Me vêm entrelaçar... * Até que rasgos mais eficazes Que não tão frágeis e efémeros como o poema, Venham transitar nesta paixão vital. * E trazer à Vida e ao Universo, este abraço virginal Que é tão urgente e universal?...
***** Ah, poeta! quanta amplitude leio nos teus olhos, Quando me desfolhas pura no teu jardim de sonhos! E eu te acolho, no eterno de mim, aos teus amores efémeros, Tal como tu, ao celebrares-me forte, nas pétalas dos teus versos! * Ah, vida!-e porque me afagas com esse teu sorriso, Que para ouvidos sensíveis é o teu mais terno suspiro? Neste silêncio inefável de laços e máscaras e rostos, Onde te entrelaço, por escolhos e teatros, olhos nos olhos. * Ah, poeta! é que as clareiras que colho no teu olhar, São no meu espelho as tuas névoas expostas ao luar, Como a paixão que se verte em volúpia nas sedas da madrugada! * Ah vida! mas que espelho o teu, entre sonhos e olhares! Onde intensos reluzem os meus silêncios e os teus andares. E qual é o poeta que não ousaria ser por ti-ponte sagrada!...
copyright ***** Amo a luz das estrelas Que me faz lembrar as artérias vermelhas E os corações puros por desvendar * Amo o oceano profundo Que me faz despertar nos rios de mim mesmo As travessias sem fundo * Amo a altitude das colinas Que me faz desflorar arcos-íris E abismos por trás das cortinas * Amo a calma dos vales Que me faz levitar nos ares E nos voos tensos das aves * Amo as vertigens do silêncio Que nos abrem os oásis imensos Onde se poderiam plantar férteis pomares Neste abissal deserto! * E amo ainda mais aquele coração profundo Donde irradia toda a emoção do Mundo E que tal como um eco é um amor sem fundo!...
Este poema acerca da nostalgia do Outono, depois de declamado pelo poeta, está gravado- copyright- dentro do vídeo, por meio de uma imagem delicada e ilustrativa desta estação do ano e floreado por telas célebres da pintura Mundial sob a sonoridade estrelar de Chopin...Desfrute da fusão deliciosa entre poesia, música e pintura, por ser um elevado exercício de exaltação para o espírito e de estética relaxante para a harmonia dos sentidos...
Enjoy the harmony: poetry, music and picture, because it`s a very amazing relax. Many thanks.
Yet the poem in portuguese language, for google translator if you want...
copyright ***** Ah, poeta! quantos olhares e espelhos avistas tu? Que nuns, entreabres pomares altivos de colheita plena, Mas noutros, rasgas desertos sombrios e destilas-me nua, Como a angústia da insónia que se enrola à noite inteira! * Ah vida! E em que alambiques te poderia decantar? Se é nos teus eternos opostos que te sinto a florir e murchar, Por vagas de dor e euforias, sob um mar de alquimias incertas, Tal como, por entre as estrelas, erram constelações secretas! * Ah, poeta!, mas se sou véus-em desafios e sonhos, Que é como, nos teus versos, inocente, me arriscas! Por que é que te jogas ainda, no desenho dos meus rostos, Sem te cansares de olhar do deserto até aos pomares que avistas? * Ah, vida!, Mas se é nesses contra-partos eternos, Onde te exploro pura, como silêncio de estrelas em poesia, Que tu és arco e flecha de cumes e vazios tão secretos!
Qual é o poeta que não ousaria acolher-te no teu fogo? Como ao mar alto, os navios, na sua intrepidez vadia!...