segunda-feira, 4 de maio de 2015

poética do tempo/Chopin


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Este poema reflexivo e existencial de véu de maya-está escrito-copyright-dentro do vídeo-numa imagem delicada e sensível, após ser recitado pelo poeta, sob a sonoridade estrelar de Chopin em sintonia com pinturas célebres pelo mundo consagradas. Desfrute da fusão entre poesia, música e pintura, para exaltação do espirito e alegria dos sentidos. Passe ao Youtube para colher a percepção em full screen.
This existential poem by véu de maya is copyright-inside the vídeo-after to be recited  by the poet with the stellar sonority of Chopin and together amazing pictures. Enjoy this because is gratefull. Watch This full screen You Tube. Thank you.

Véu de Maya

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Á janela/Chopin


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Este poema vitalista, por véu de maya-está inscrito-copyright-dentro do vídeo-numa imagem delicada, após se escutar a recitação do poeta na sonoridade estrelar de Chopin floreada com ilustrações de pintura consagradas. Desfrute desta bela harmonia entre poesia, música e pintura, pois é um delicioso relax para os sentidos e um estimulante alto para o espírito...
This existential poem of véu de maya-is copyright-for inside-at an expressive image, after to be recited by the poet, with the stellar sonority of Chopin together fantastic pictures. Enjoy amazing harmony-poetry-music-picture, because is a very nice relax...Thanks a lot...

Véu de Maya

PS- É de todo aconselhável que transite para o YouTube, para desfrutar da percepção do poema em full screen...Deixo o meu abraço com apreço e afecto.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Dói-me a lucidez/ Morricone


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Para ter a percepção do video em full screen- e poder ler o poema enquanto escuta a declamação do poeta-queira ter a gentileza de passar ao Youtube...Deixo o meu abraço, com apreço e afecto.

Véu de Maya

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Paixão Sublime/sonoridade estrelar de Morricone


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O poema está  inscrito no vídeo por ilustrações delicadas e sensíveis...Para ter a sua percepção completa...queira ter a gentileza de passar ao Youtube...Obrigado pelo carinho da visita...Deixo o meu abraço com apreço e afecto.

Véu de Maya

sábado, 11 de abril de 2015

claridade cifrada/Chopin


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Sou névoa de mim-claridade cifrada-
Silêncio que escuta, sem revelar nada
E até o azar do Mundo que se intercala
No cume de uma vertigem sagrada
*
Sou nuvem que clareia ao Sol poente
E rios de vida nos voos da madrugada
E até vento que sopra em noite gelada
*
Jogo-me todo em cada partida
Como se o azar fosse uma ninfa florida
E até os lábios de uma dança abismada
*
Até que tudo-nos elos do Mundo-
Deixe de ser um jogo sem destino
E toque a ser um carrossel profundo
Na inocência dos olhos de um menino!...
Véu de Maya

Para ter a percepção do vídeo em full screen queira transitar para o Youtube. Deixo-vos o meu abraço afectuoso.

sábado, 4 de abril de 2015

Esste sonho virginal/ FEFIZ PÁSCOA.


copyright
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Neste espelho vital que entre versos entrelaço,
Convoco as estrelas longínquas
Para um abraço virginal.
*
Que é só com luz e paixão
Que se vence a fraqueza e o cansaço
E a vida no seu todo clama 
Por desafios e triunfos, mas colo e regaço.
*
Neste canto solitário, mas imenso e feliz,
 Onde subo às estrelas-
Essas companheiras predilectas do céu-
*
São elas quem mo diz: és um poeta da vida,
Desde os sonhos até à raiz,
Tão genuíno que nenhum dos teus versos,
Nisso, te deixaria sem matriz.
*
Mas, se sobes tão profundo,
Deve também o poema descer 
Ao coração do Mundo:
Dores, euforias, guerras e prantos.
*
E ao coração da Vida-
Desertos e vazios, desafios e encantos.
*
Que a todos entrelaço, neste poema de estrelas,
 Que é de amor e riso a celebrar tanta vida
 Perdida e desprendida por cantos e recantos.
*
E fico assim-em suspenso-
Neste barco solitário mas sublime,
Onde as estrelas-essas predilectas ninfas do céu-
Me vêm entrelaçar...
*
Até que rasgos mais eficazes
Que não tão frágeis e efémeros como o poema,
Venham transitar nesta paixão vital.
*
E trazer à Vida e ao Universo, este abraço virginal
Que é tão urgente e universal?...

Véu de Maya

Para ter a percepção do vídeo em full screen queira passar ao YouTube....Coms votos de PÁSCOA FELIZ, o meu abraço, com afecto.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Telescópio existencial/Chopin


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Quis girar no carrossel do tempo
Mas eis que a roda se desengatou,
Já que toda a espessura do Mundo
Em pendente deserto se transformou;
*
Quis deslindar do tempo a eternidade
Mas dessa névoa logo o Sol me libertou,
Pois nessa bela e risonha espontaneidade
Sofri as ilusões que a ingenuidade ditou.
*
Agora absorvo o perfume da vida
Que é da nascente que emana.
E quero ser como a paleta colorida
Onde toda a felicidade se entranha;
*
E já não espero do efémero a eternidade
Nem dos sonhos da vida a realidade,
Mas simplesmente do amor a intensidade
E do Mundo?-Um sim pleno à liberdade!...
Véu de Maya

Se desejar ter a percepção do vídeo em full screen, é so passar ao Youtube....Deixo-vos o meu abraço, com afecto.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Dedicado ao poeta Herberto Helder.


Não conheci pessoalmente o Poeta Herberto Helder e pouco li dos seus versos.
Se o tivesse conhecido, gostaria de partilhar com ele este meu poema que nem sei se ele chegou a ler. Assim sendo, por narcisismo e apreço poético, fica aqui o vídeo e poema dedicados a ele que partiu, sem nos deixar...Que descanse em paz e que a sua poesia continue a ser lida e escutada universalmente, mas antes de mais em Língua Portuguesa.
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É o fio de luz sobre a névoa
Onde a vida abre clareiras
Até o fogo voltar às lareiras;
*
É a vida em rodopio trágico
Onde tudo traz a alegria e a dor
Até chegar ao inevitável naufrágio;
*
É o mar e a ousadia dos navios
Na aventura de portos e amores
Até sonhar a liberdade em desafios;
*
É o destino do Universo
Na senda da força e da leveza
Que aflora em cada verso;
*
É a fonte do indizível 
Clara mas cifrada nos altares
Dos arautos do intransponível;
*
É o voo sobre os cumes 
Que paira sobre oblíquos espelhos
Em lances de enigmas vermelhos;
*
É a calma sobre os vales
A seguir aos trágicos olhares
Plantada em férteis pomares;
*
É arco, flecha e visão,
Instante cruel e aspiração...
Fio de luz no punhal da vertigem,
*
Olhar que tudo devolve à origem...
Lupa que desvenda fendas
E o destino que borda as rendas...
*
Até que no caos que tudo enlaça
Se toque à profunda inocência
Na obscuridade do tempo que passa!...

Véu de Maya

Se quiser ter a percepção do vídeo em full screen queira ter a amabilidade de passar ao Youtube.
Deixo-vos o meu abraço, com afecto.

sábado, 21 de março de 2015

Volúpias serenas/ Albinoni


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Para ter  a percepção do vídeo em full screen, queira ter a amabilidade de passar ao Youtube...O poema está gravado no vídeo por meio de imagens delicadas e da sonoridade relax de_Giazzotto-de Tomaso Albinoni...Desfrute da ligação poesia/imagens/música...Enjoy this because is amazing.

Véu de Maya

sábado, 14 de março de 2015

poesia de véu de maya_pétalas da paixão/Albinoni


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O poema está gravado no vídeo...para desfrutar da pecepção em full screen, queira ter a amabilidade de passar ao Youtube...Deixo-vos o meu abraço, com afecto. Obrigado pelo carinho...Thank You very much.

Véu de Maya

domingo, 8 de março de 2015

à flor da pele/Für Elise


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O poema está gravado no vídeo...Queira ter a amabilidade de passar ao You Tube para abrir o vídeo em full screen,,,O meu abraço, com afecto.
Véu de Maya

terça-feira, 3 de março de 2015

noite estrelada/Moonlight



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O poema está inscrito no vídeo...Para o abrir em full screen queira ter a gentileza de passar ao YouTube. Deixo o meu abraço, com afecto.

Véu de Maya

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

voo longínquo/Chopin


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Entre as estrelas que nos olham
E os ventos que desfolham
Ergue-se a vida que a tudo transforma
E vence a morte que tudo devora.
*
Entre a vida incerta que nos projecta
E a sibilina morte que a tudo seca
Gira o tempo tenso que nos desperta
E o Universo imenso que nos inquieta?
*
Mas entre nós e o destino que nos prende
Baila o efémero da vida que nos desafia
E o brilhar das estrelas que nos surpreende
No olhar suspenso do voo que nos ilumina...
*
Até que, na nossa aventura de viver,
A vida se tenha exaurido-por inteiro-no seu florescer... 
E face às vestes sombrias da inelutavel morte
Entregue lealmente o seu nobre passaporte.

Véu de Maya

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Parca de Linho/Moonlight


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Por ti, ó ninfa, ergui altares,
Para ti nasci dos céus
Ao luar clareei teus véus
E tu-fellina!-os meus pomares
*
Quando o luar te apaixona
E a nossa aura fica louca
Sou néctar na tua boca
E tu a abelha que me aprisiona
*
Para ti criei as fontes
Donde jorram águas claras
E por ti subi aos montes
Onde sopram as altas vagas
*
Na volúpia em que te ocultas
Trazes o erotismo dos véus
Mas quando te vêm as luas
Até tu! não deixas de ir aos céus
*
Quando te enches de névoas
Que ao luar são só orquídeas
Afago-te nas minhas pérolas
E enrolo-me nos teus enigmas
*
Nas tuas praias de espuma
Os meus lábios são o mar
E se ficas sedutora como a lua
Há mais praias para dançar
*
Nas tuas vagas sou navio
E no teu corpo rio
Mas é nos fios da alma
Que sou aurora de linho
A bordar o teu destino
*
Todas as noite que passam
Sem me vires florear a mim
Pergunto às estrelas do céu
Que em jactos de luar esvoaçam
Que mimos é que te levaram a ti!...
Véu de Maya

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Lonjura


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Não vou por ninguém:
Sou pela águia que voa,
E ao sonhar mais além,
Sou ainda o amor que sopra
E o declínio que vem
*
Nem vou só por mim
Ou pelo voraz pensamento:
Qual menino na ilusão do momento,
A cheirar flores no jardim,
sem se lembrar do cinzento.
*
Só vou pela vida
Que é um labirinto sem manto.
E pelos altares da embriaguês,
Onde gozo os véus que levanto.
*
Só vou pela vida
Que é o meu mágico encanto.
E pelos voos altos em que a desafio,
Até a fechar no seu último suspiro...
E aí-redimí-la de tudo o que é pranto.

Véu de Maya

Deixo-vos o meu abraço, com afecto.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Alta Colina


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É a fonte de luz e a pressão da treva
Num frente a frente, onde a vitória
É a supressão da névoa;
*
A expansão do sujeito no objecto
Onde a actividade traz riqueza ao mundo
E a afirmação roda no eixo certo;
*
O nó do objecto e a rotação do sujeito
Como o enigma da esfinge no trágico herói
Cuja sagacidade liberta, mas enfeitiça e dói;
*
O gesto e a metamorfose
Que dão novas caras ao Mundo 
E no amor da fusão, aspiram à plena simbiose;
A medida certa e a virtude prática
Que na escala do amor à vida
São férteis similares à matemática;
*
O espírito e a alienação
Que trazem ao Mundo o devir e a contradição
Onde todo o vivo é dor e riso e transformação;
*
A renovação e o poder de criar
Que permitem aos homens viver e sonhar
E na terra os pomares voltar a plantar;
*
É ilha de luz e pressão da treva,
Actividade e alienação,
Poder de criar e de renovação
Na roda sagrada da afirmação;
*
Desejo e vontade, acto e metamorfose,
Onde tudo aspira à plena simbiose:
*
O enigma da esfinge
E o destino do edipiano herói
Que vai libertando, mas enfeitiça e dói!...

Véu de Maya

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

De cristal é o instante

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De cristal é o instante
Por ser o riso do efémero
E até uma vertigem estonteante!
*
De seda é o poema...
Ao desvelar névoas nas brumas do ser
Depois de em véus florescer
Até em destinos se entranhar!
*
Mas inocente é o riso das crianças
Que dançam nas pontas do mistério
E ao vento lançam flechas e esperanças...
Só que tu Mundo! tu-como as alcanças?
*
E profundo voltará este espelho
Olhar alto nos lances do vermelho...
Que roda como luar a cada instante
Na ânsia de ser leveza de criança
*
Em altar puro e até vibrante
Onde a vida toque ao azar
Como violino em contra-dança!..
Véu de Maya

Deixo o meu abraço, com afecto.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Soneto à orgia do tempo


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Hei-de ser mar e terra e fogo e ar...
Quando, por fim, na roda que a tudo sela,
Secarem as flores da vida ao trémulo da vela,
Em vestes que só o tempo levará a pratear;
*
E de sublimes versos, saírem cristais,
Como fluem das marés, algas e sais...
E de loucas paixões, volúpia e flores,
Em poções felinas, na altivez dos amores;
*
E das fundas dores cravadas no Mundo?
Chegarem gritos urgentes, de enlace profundo,
Ao luar da alegria, onde ela nunca vibrou...
*
Até que tudo, por fim, na orgia do tempo,
Tal como a vida ao arder em caos imenso,
Volte a ser no destino o anel onde brilhou!...

Véu de Maya

Deixo-vos o meu abraço, com afecto.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Na harpa da vida



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Ah, poeta! onde achas tu-musa mais pura?
Se até quando erras suspenso pelas estrelas...
Em jogos de inspiração que a brincar te vêm delas
Sou eu a vida-musa, a mais pura ninfa do teu véu.
*
Ah, vida! e porque me seduzes com anéis e feitiços?
Que noutras ninfas não são mais do que máscaras e sorrisos...
Mas em ti!-metáforas de fogo-em risos e espelhos
Nas cores dos teus sulcos em violetas e vermelhos!
*
Ah, poeta! e que colhes tu dos meus espelhos?
E desse pomar de cores em roxos e vermelhos
Onde te convido para cumes e fontes virginais...
Quando te olho-como a ninfa mais pura-nos olhos.
*
E dos leques do azar? com riscos sob mantos!
Em que te desafio do alto a rasgos com prantos... 
Para lá de todas as ninfas que te enfeitiçam
Mas tão ingénuas e efémeras nos seus suspiros e encantos.
*
Aí, ó ninfa pura, suspendes-me a respiração!
E entrelaço-me ardente aos anéis do teu coração...
A segredar-te baixinho-neste silêncio estrelar de vozes-
*
Que me jogues outra vez para as estrelas
Com a inspiração de que tu-ó minha ninfa mais pura-
Me tragas outras marés fortes e barcos e vagas!...

Véu de Maya

domingo, 4 de janeiro de 2015

Nos Rios do Acaso


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Sou o instante que passa
Como o amor que enlaça
E até o tempo sobre o rio do ser
Que é ainda a névoa que grassa;
*
Sou a vida que esvoaça
E até o mar que enfurece
Quando o barco naufraga
E o Mundo endoidece;
*
Sou o pássaro que voa
E a música que toca
Até quando a núvem escurece
E o Sol anoitece;
*
Sou a aventura do ser
E a vertigem do nada...
Toda a errância da vida
Nos véus da ilusão enrolada...
*
E toda a bruma do instante
Na eternidade cifrada...
*
Como o destino do ser?
Que é ser absoluto em tudo
Até nas miragens do nada!...

Véu de Maya

FELIZ ANO NOVO...O meu abraço, com afecto.